
- vivo num mundo, onde tudo parece ser mais do que um espelho, onde visionas um olhar puro e sereno, folhas que voam sem destino próprio, e quando tudo parece sincero, o mundo (re)baixa, deixa tudo desabar, e as nossas esperanças mergulham num ser (in)existente, mergulham sobre sorrisos e lágrimas, e quando acordámos de um simples pesadelo «voltamos ao mundo, e talvez um dia a felicidade não desabe», marcas de histórias, marcas de feridas sem cura, marcas tuas, que cicatrizam, marcas tuas, que apenas são os meus suspiros, e és tu que dás a propriedade de eu viver, sorrir, «o mundo só desabará, quando...», não sabemos o futuro, mas para nós próprios «um dia seremos felizes, e apenas só vivo num mundo [...]
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